Tuesday, May 8, 2007

Hostels como um Negócio da China

Um hostel pode ser visto como um habitat.
  • oferece camas a X€
  • se tiver um bar atrai mais gente
  • normalmente durante o check-in é oferecida uma bebida grátis no bar;
  • o bar tem uma clientela mínima garantida: a malta que dorme no hostel;
  • o bar fornece um "ambiente de convívio" ao hostel aumentando a sua popularidade;
  • a popularidade trás mais pessoas;
  • se tiver um café para além de um bar podem ser divididas as águas: hostel-dormida, café-comida, bar-bebida -> As pessoas passam a ter tudo o que precisam no hostel!
Parte vital: hospitabilidade e qualidade do serviço.
Análise de rentabilidade: em comparação com um hotel, um hostel está bem na medida em que no mesmo espaço mete mais gente. E a malta dos hostels não é tão picuinhas... lol.

Humm... uma coisa que nunca cheguei a testar:
Imaginem que vão ficar 3 dias num hostel, e que fazem check-out e check-in todos os dias... dará direito a uma bebida por noite? E valerá a pena? :)

E pronto... isto é uma ideia para quem tem guito. Em Lisboa, que eu saiba não há nenhum hostel conhecido internacionalmente. Se replicarem um Wombats (Viena, Munique) ou o Circus (Berlin) podem passar a ser "o" hostel em Lisboa. ;)

Mais coisas a ter em conta:
  • Ao reservar o hostel seria útil perguntar alguns detalhes aos visitantes, tais como:
  • Veio para divertir-se, if so: pub crawling? sair à noite?
  • Veio para visitar e descansar?
  • Importa-se de acordar a meio da noite com barulhos diversos por parte do resto da malta?
  • Ressona?
  • Fala enquanto dorme? Se sim, em quantas línguas?
Esta informação permitiria proporcionar uma melhor estadia a toda a gente, aumentando o nível de satisfação dos clientes.

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